Introdução

Tecnologia, saúde e falta de informação, uma combinação que pode gerar vários problemas relacionados à saúde do usuário. Este blog tem como finalidade apresentar alguns aspectos sobre os malefícios causados pela falta de informação e mau uso da tecnologia.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Doenças Causadas Pelo Computador

Uso freqüente do computador exige cuidados para prevenir doenças

Internet, Orkut, MP3. Nos últimos anos, o computador se tornou não só uma importante ferramenta de trabalho, mas também uma freqüente opção de lazer. Mesmo assim, passar muitas horas em frente a um monitor pode trazer diversos prejuízos à saúde, como tendinite, dores nas costas e fadiga ocular. O ortopedista Moacyr Pinheiro Júnior, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, afirma que o ideal seria o usuário descansar pelo menos 10 minutos a cada 50 trabalhados.
  • "Não é recomendável trabalhar muitas horas seguidas na frente do computador. De vez em quando, os usuários deveriam dar uma parada e fazer exercícios de alongamento no próprio ambiente de trabalho. Conheço pessoas que se empolgam tanto que se esquecem até de ir ao banheiro", alerta ele.

    Um dos sintomas mais preocupantes de quem passa horas a fio diante do PC é a famosa LER (lesão por esforço repetitivo). Segundo dados do INSS, a LER é a segunda causa de afastamento do trabalho no Brasil. A cada 100 trabalhadores da Região Sudeste, pelo menos um é portador de LER. O bancário Bruno Tullio Barozzi, 38 anos, é um deles. De licença médica há sete meses, luta na Justiça para ser reintegrado à empresa em que trabalhava desde 1999.

    Visão comprometida

    "O preconceito contra portadores de LER no setor bancário é muito grande. Por isso mesmo, alguns colegas preferem fingir que não sentem nada a correr o risco de serem mandados embora. Mas cheguei a um ponto que não tinha mais como disfarçar. O meu cotovelo doía só de esticá-lo. Infelizmente, me dispensaram alegando baixa produtividade", diz Bruno, que faz fisioterapia há sete meses.

    Menos freqüente que a LER, mas igualmente perigosa, é a síndrome da visão do computador ou síndrome da vista cansada. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Yoshifumi Yamane, ela está diretamente relacionada à redução no número de piscadas que o usuário dá diante da tela do computador ¿ de cerca de 20 por minuto para apenas oito durante o uso.

    "Quando o olho pisca menos, ele lubrifica menos. Conseqüentemente, o olho ressecado fica mais vulnerável a infecções virais e bacterianas. É importante também manter uma distância de no mínimo 30 centímetros do monitor. Ele produz ondas eletromagnéticas que causam efeitos nocivos à visão, como irritação da córnea e dor de cabeça", explica Yoshifumi Yamane.

    Problema é antigo

    A literatura médica já identificava as lesões por esforço repetitivo nos anos 20. As primeiras vítimas foram os tecelões britânicos, que executavam até duas mil costuras por hora. Com isso, sofriam com dores, cãibras e perda de força muscular nos membros superiores.

    Mas foi mesmo nas décadas de 40 e 50, com a crescente mecanização das fábricas, que o problema ganhou maiores proporções, em especial nos países industrializados. Em 1992, a revista norte-americana Time afirmou que, só nos EUA, surgiam cerca de 185 mil novos casos de LER por ano.

    "Suponho que uma pessoa que passa horas na frente do computador leva uma vida sedentária. Por isso, quase não faz ginástica e, quando faz, faz errado. Às vezes, é recomendado pilates, RPG e até ioga, para proporcionar alongamento e flexibilidade", sugere Moacyr.

    No Brasil, estima-se que a forma mais comum de LER, a tendinite, atinja 200 mil digitadores. Em 1990, normas trabalhistas buscaram alternativas para reduzir a taxa de lesões, como jornada máxima de trabalho de seis horas para digitadores e limite de oito mil toques/hora no teclado do computador.

    Dicas

    Pulsos: estique o braço para a frente, com a palma da mão para cima. Com a outra mão, segure os dedos para baixo e leve o pulso para trás.

    Mãos: estique o braço e abra e feche a palma da mão várias vezes, para fortalecer bem os dedos das mãos.

    Pescoço: faça movimentos giratórios com a cabeça. Deite-a para os lados, leve o queixo ao peito e a nuca às costas.

    Ombros e costas: Levante os ombros. Ao contrair, inspire. Ao soltar, expire. Gire os ombros para frente e para trás.

  • quarta-feira, 7 de outubro de 2009

    doenças tecnogicas


    Doenças Tecnologicas
    Esse é um aviso que o Telecentro está passando aos usuários, muito cuidado ao digitar, você ao digitar varias horas por dia e todo o dia pode causar uma doença chamada L.E.R (Lesão por Esforço Repetitivo).
    Representa uma síndrome de dor nos membros superiores, com queixa de grande incapacidade funcional, causada primariamente pelo próprio uso das extremidades superiores em tarefas que envolvem movimentos repetitivos ou posturas forçadas.
    Há 3 sintomas da doença.
    Fase 1 - Dores fortes e constantes, durante uma certa atividade repetitiva.
    Fase 2 - Exuberância de sinais objetivos, que não desaparecem com repouso.
    Fase 3 - Estado doloroso intenso com incapacidade funcional (não necessariamente permanente).
    Como combater a L.E.R.
    A prevenção de LER começa em casa. O que você pode fazer? Quando acorda, imite seu cão ou gato. Veja como eles alongam os músculos antes de iniciar um novo dia. Faça o mesmo. E repita esses alongamentos algumas vezes durante o dia. Isso é essencial para manter saudáveis os ossos e os músculos. Faça alguns exercícios de aquecimento muscular. Isso acelerará a circulação sanguínea e aumentará a quantidade de oxigénio disponível para os músculos fazerem seu trabalho. Naturalmente, em tempo frio ou antes de praticar esportes, é ainda mais importante fazer isso. Faça alguns exercícios para fortalecer especialmente os músculos que você usa mais. Músculos mais fortes ajudarão a realizar as tarefas necessárias no trabalho.
    A imagem a baixo trás alguns exercícios rápidos e fácil para você fazer no trabalho em casa ou em qualquer lugar onde você tiver.

    segunda-feira, 28 de setembro de 2009

    Malefícios da tecnologia


    No ápice da revolução industrial, o mecanicismo era um grande mal, aliado às jornadas de trabalho extensas e o trabalho exaustivo e repetitivo do homem-máquina. Isso fez com que surgissem as associações de classe para lutar pelo direito do trabalhador. Mas, veja bem, nessa época ninguém sofria de LER ou stress. Não que esteja defendendo o modelo anterior, apenas criticando o atual.

    Hoje temos máquinas que substituem a maioria do trabalho braçal. O maquinário que temos que lidar não nos exige esforço sobre-humano e nossa jornada está reduzida (teoricamente) a 8 horas diárias. No entanto é cada vez mais comum um afastamento por L.E.R. (Lesão por Esforço Repetitivo) ou stress. E qual a causa disso?

    O mau uso da tecnologia

    Nós criamos máquinas que nos fizeram produzir mais em menos tempo. E o que fizemos com o tempo que sobrou? Ora, produzimos mais. Nos esforçamos todos os dias para ganhar tempo e, infelizmente, utilizamos esse tempo para trabalhar ainda mais. Hoje temos diversas doenças ou síndromes que estão diretamente (e equivocadamente) associadas à tecnologia. Mas é o seu mau uso que acarreta em problemas.

    L.E.R – Para quem trabalha com computadores, sua maior incidência é nas mãos, antebraços e ombros. Na grande maioria das vezes é causado por má postura e uso inadequado de móveis, assim como os fatores ergonômicos dos mesmos.

    O computador corretamente utilizado, deve estar numa posição tal que o braço do utilizador forme um ângulo de 90 graus com o antebraço ao digitar no teclado. As mãos não devem estar apoiadas na mesa e o ombro deve estar relaxado. Ao elevar o ombro para que as mãos alcancem o teclado, cria-se tensão no trapézio comprimindo um importante nervo que sai do pescoço e percorre o braço, podendo causar inflamação e dor (muita dor).

    STRESS – O uso contínuo do computador sem pausas para descanso, associado ao ritmo acelerado da prática diária assim como a forma de trabalho “multi-tarefa”, muito comum no meio informático, é uma potencial causa de stress no trabalho. É aconselhável levantar-se periódicamente e esticar o corpo, fazer alguns exercícios, distrair-se, beber uma água, ver o sol. Qualquer pretexto para abandonar o computador por 5 minutos é bom o suficiente para ser estimulado. É importante também procurar viver “de bem com a vida”, para evitar a estafa.

    VARISES e problemas circulatórios – Muito tempo sentado (ou de pé) faz com que o sangue tenha mais trabalho para percorrer o caminho normal dentro do corpo, além de concentrá-lo nas pernas por muito tempo. Isso pode acarretar desde simples varises ou casos mais graves. O conselho para o stress também vale para esse parágrafo, além de uns exercícios no ambiente de trabalho. Ao chegar em casa, é bom passar um tempo literalmente com os pés para cima.

    PROBLEMAS DE VISÃO – Quantas pessoas você conhece que trabalham com computador e não usam óculos? Os monitores CRT são piores que a televisão por dois motivos claros: sua resolução é maior e suas imagens mais estáticas por mais tempo faz com que os olhos percebam mais claramente a taxa de atualização da tela; e além disso estamos muito próximos a ele, ficando mais expostos. Regular o seu monitor para uma frequência acima de 75Hz, equilibrar cor, brilho e contraste para que não seja necessário forçar a vista para ler, dar um descanso periódico são alguns conselhos para manter a saúde visual.

    O EREMITA – Não é bem uma doença, mas um mal que atinge principalmente os workaholics e adolescentes. Passar muito tempo com o computador, fazê-lo o centro de sua vida é uma atitude que pode parecer muito prática – quem quer pegar fila para pagar aquela conta? – mas em muitos momentos pode sinalizar uma tendência ao isolamento. O convívio social é importante tanto na sua vida pessoal quanto profissional. Um happy hour com os amigos, um cinema com a namorada (se você ainda tem uma), passear com o cachoro no parque são atitudes saudáveis e que não vão tirá-lo de suas obrigações. Dê um tempo e pare de trabalhar nesses períodos, mesmo que esteja chovendo e você esteja sozinho. Uma boa hora para alugar aquele filme de suspense que você queria assistir faz tempo.

    O mais importante é manter sempre em mente que o computador é uma ferramenta, pode ser de trabalho ou diversão, mas como toda ferramenta o bom uso é essencial para o bom funcionamento e satisfação dos objetivos do mesmo.


    quinta-feira, 24 de setembro de 2009

    O vício do novo século

    Com a difusão do acesso ao computador, cada vez mais pessoas se tornam dependentes de jogos eletrônicos e da internet. "Daqui a alguns anos teremos um verdadeiro surto de viciados em computador. Ninguém se deu conta da gravidade da situação", afirma o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do projeto Dependentes de Internet, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Trata-se de um fenômeno recente e difícil de quantificar. Segundo os especialistas, o número de pessoas atingidas pode ser bem maior que se imagina. O Brasil tem cerca de 4 milhões de usuários da internet. "A comunidade médica internacional estima que 10% das pessoas com acesso à internet desenvolvam essa dependência. O Brasil já pode ter aproximadamente 400 mil viciados", diz Nabuco.

    Nos Estados Unidos, o fenômeno vem sendo estudado de forma intensa. Para a psicóloga Marissa Hercht Orzack, coordenadora do Centro de Viciados em Computador da Universidade Harvard, trata-se de um vício como todos os outros. "A pessoa não dorme, não se alimenta, abandona os amigos. Não tem vida, deixa de lado até a higiene pessoal", afirma Marissa. "Trato pessoas que ficam mais de 30 horas seguidas praticamente sem sair da cadeira." A Universidade Yale, nos EUA, realizou pesquisa com 607 adolescentes e constatou que apenas 6% deles não jogavam em computadores. Cerca de 8% dos adolescentes entrevistados possuíam problemas relacionados aos jogos.

    O organismo de um viciado em jogos de computador reage de maneira parecida ao de um viciado em drogas como crack ou cocaína. Quando a pessoa está jogando, seu cérebro libera uma substância chamada dopamina, que causa sensação de prazer e euforia. Isso faz o viciado querer passar todo o tempo jogando. "Enquanto no organismo do viciado em drogas a dopamina é liberada por um estímulo químico, no viciado em jogos de computador ela é liberada por causa de um comportamento repetitivo", diz o psiquiatra Daniel Spritzer, da Universidade do Rio Grande do Sul. Durante o tratamento para largar o vício, é comum o viciado sofrer com crises de abstinência ou ter recaídas. A dependência pode levar a casos extremos. Em 2005, sete pessoas morreram na Coréia vítimas de exaustão e ataque cardíaco enquanto jogavam.

    Terapia e antidepressivos
    O diagnóstico da doença é difícil. Muitos pais se sentem confortáveis em saber que o filho passa horas em frente ao computador em vez de sair para as ruas e se expor à violência das grandes cidades brasileiras. "Alguns reclamam do tempo que os filhos ficam no computador, mas não vêem isso como um problema que necessite de tratamento", diz a psicóloga Elizabeth Carneiro, da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. O problema também atinge adultos, e muitos têm vergonha de admitir. No início do ano passado, o psicólogo Cristiano Nabuco atendeu em seu consultório um empresário que dizia estar com depressão. Após algumas consultas, Nabuco descobriu que seu paciente era, na verdade, viciado em jogos eróticos. "Ele passa o dia participando de um jogo em que as pessoas criam personagens que têm como meta arrumar um parceiro para fazer sexo virtual", diz Nabuco. De acordo com o psicólogo, seu paciente vai então para casa, espera a esposa dormir e passa a noite diante do computador. Sua vida pessoal e profissional, segundo o especialista, está desmoronando.

    "Os pais não devem usar
    a internet como babá
    eletrônica", diz Kimberly
    Young, psicóloga da
    Universidade de Pittsburgh

    O tratamento de viciados em jogos é semelhante ao de dependentes de drogas. Baseia-se em terapia e em palestras preventivas e de motivação. Alguns pacientes tomam medicamentos antidepressivos. Isso porque, de acordo com a psicóloga americana Kimberly Young, da Universidade de Pittsburgh, pessoas que sofrem com depressão ou transtornos compulsivos têm maior tendência ao vício. "Quanto mais a pessoa estiver deprimida, mais ela poderá se envolver na rede on-line", diz Kimberly. É o caso de Rodrigo, de 15 anos. Ele teve de abandonar os estudos no ano passado para se tratar do vício em jogos de computador. "O Rodrigo chegou a pegar dinheiro escondido do pai e até da empregada para poder jogar em lan houses", afirma a mãe, Rosa. Para suportar a síndrome de abstinência, ele passou a tomar antidepressivos.

    Os primeiros centros de tratamento começam a surgir no Brasil. A Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro, montou um grupo de terapia. O grupo Jogadores Anônimos, entidade que ajuda viciados em jogos de azar, recebe cartas e e-mails de pessoas de todo o país em busca de ajuda para viciados em jogos de computador. "O jogo de computador é diferente do jogo de azar porque não envolve aposta. A procura por esse tratamento está aumentando e vamos montar em breve um grupo de apoio", diz Ubiraci Rezende, diretor dos Jogadores Anônimos. Nos EUA, psicólogos atendem por e-mail viciados em jogos eletrônicos. Universidades como Harvard e Yale têm departamentos para o tratamento desses pacientes. Uma clínica na Holanda desenvolveu no ano passado uma dinâmica terapêutica em que os dependentes, além de meditar, saltam de pára-quedas e praticam atividades físicas.

    O vício em jogos eletrônicos não é exclusividade das classes mais altas. A queda no preço e os longos financiamentos estão tornando o computador um aparelho quase tão comum nos lares quanto forno de microondas ou telefone. Quem não tem um em casa pode freqüentar por preços bem baixos uma lan house. Passar uma hora em frente do computador pode custar apenas R$ 1. Há casos de meninos de rua que gastam o dinheiro das esmolas em lan houses. Alan, Leonardo e Rafael, todos com 14 anos, ganham cerca de R$ 30 por dia tomando conta de carros. Gastam boa parte desse dinheiro nas lan houses da zona leste de São Paulo, onde chegam a ficar até 12 horas seguidas. Os jogos que eles mais gostam são o Counter Strike e o GTA, que simulam combates e roubos de carros.

    Segue o vídeo que circula a internet, de um garoto 'viciado em tecnologia' no caso ele usuflui de um MMORPG (Jogos de computador em 3ª pessoas que são jogados em modo Online, ou seja, com várias pessoas).


    quarta-feira, 16 de setembro de 2009

    Doenças Tecnologicas



    Síndrome da Visão do Computador

    Causas

    Os monitores são constituídos de pixels (pontos micros), nos quais o olho não consegue foco. Para manter a imagem mais definida, o usuário de computador tem que “focar e refocar”. O que gera a tensão dos músculos do olho. Associado a isso está a diminuição de piscadas na frente do computador, chegando a ser quatro vezes menor que em situações normais. Levando em consideração que as piscadas têm a função de lubrificar os olhos, a visão fica mais ressecada. Outros fatores podem agravar o ressecamento dos olhos como, por exemplo, o ar-condicionado que diminui a umidade do ar. Nos casos mais graves de Síndrome da Visão do Computador, associado à fatores como reumatismo ou disfunção hormonal, o problema tende a se agravar, havendo o risco de uma ceratoconjutivite seca, uma úlcera ou até uma perfuração da córnea.

    Prevenção

    • A cada 50 minutos de trabalho no computador, descanse ao menos cinco minutos. De preferência olhando para o horizonte para mudar o foco.
    • Utilize o computador em ambientes iluminados, porém evite reflexos de janelas diretos na tela.
    • Pisque mais, mesmo que voluntariamente, para lubrificar os olhos.
    • Se o monitor for CRT, use-o na freqüência mais alta possível, em hertz. Já monitores LCD, não há essa necessidade.
    • Evite a utilização de luzes apontadas direto para os olhos como Luminárias de mesa. Isso pode causar ofuscamento.
    • Tome cuidado com a utilização de computador em áreas com muito vento ou ar-condicionado muito forte. Tais fatores contribuem para o ressecamento dos olhos.
    • Busque deixar o monitor sempre limpo. Por causa da estática, é grande o acúmulo de pó na tela, o que piora a imagem.
    • Se o ressecamento for muito acentuado, procure um médico e peça a sugestão de um colírio.
    • Deixe o monitor a uma distância de 50 a 65 centímetros dos olhos. A inclinação da tela deve variar de 10º a 20º.
    • Nunca fique com o monitor acima do nível dos olhos. Além de forçar mais músculos, essa posição exige que a fenda palpebral fique mais aberta, agravando o ressecamento.
    • Óculos especiais são recomendados para pessoas de idade que estiverem fazendo algum tipo de leitura no computador, pois eles podem não obter foco no vídeo, que costuma estar a uma distância maior dos olhos.

    A miopia do Computador

    Ficar durante muito tempo na frente do PC, além de provocar o ressecamento pode causar a chamada miopia transitória. Esse problema afeta principalmente as crianças, pois elas possuem um cristalino mais flexível, capaz de se acomodar facilmente em diferentes posições. Após permanecer mais de duas horas seguidas olhando para a tela do computador ou para o videogame, os olhos ficam acomodados para a visão de objetos pertos, dificultando o foco de longa distância .